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O avanço tecnológico definitivamente mudou a forma como nós nos relacionamos com a tecnologia. Em paralelo, a experiência do consumidor ao usar produtos e serviços digitais também evoluiu. E é sobre isso que vamos conversar hoje, neste artigo. Siga com a gente e boa leitura!

O UX de hoje

Já faz um tempo em que vivemos na era mobile, desde que o primeiro smartphone foi criado. Essa nova era transformou a relação entre as marcas e consumidores. O acesso ao consumo tornou-se mais ágil e a decisão de compra é despertada pelo gatilho da facilidade de adquirir aquele bem ou serviço.

Caso você ainda não esteja familiarizado com a sigla UX, trata-se de uma nomenclatura em inglês, que significa User Experience (Experiência do usuário, em português). Trata-se de toda a experiência que o consumidor vivencia, ao usar um produto ou serviço. O papel do UX tem ganhado cada vez mais relevância, pois está diretamente relacionado com as questões funcionais de uma interface digital, como também o lado emocional da experiência.

Voltando à época dos computadores “trambolhões”, cheios de fios, com mouse e teclado. Nesta fase, os designers criavam telas de lojas online, pensando apenas em usuários que se sentariam na frente de um computador, dando toda a atenção ao que surgisse na tela. A partir do momento em que a humanidade acessa conteúdos através dos smartphones, smart tvs e tablets, esse pensamento revirou! Agora, mais do que nunca, os designers devem levar em consideração diversos aspectos como: quem é essa pessoa? O que ela quer? Ela tem tempo para procurar no site? De onde ela veio? A internet dela é veloz? Será que ela usaria o produto de novo? Ela recomendou o produto ou serviço para alguém? Compartilhou nas redes sociais? Ufa! Quantas indagações.

Portanto, mais do que nunca, a experiência do usuário pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu projeto.

O que esperar do UX nos próximos anos

Jakob Nielsen é um cientista da computação, considerado um dos maiores gurus de usabilidade. Fundador do Nielsen Norman Group, empresa líder de consultoria em interface e experiência do usuário. Periodicamente, Nielsen publica estudos e artigos sobre usabilidade, design e experiência do usuário. Em um material recente, Jakob pontuou os 10 desafios de UX que enfrentaremos em breve. Entre a lista, destacamos tópicos. Descubra com a gente!

Produtividade de trabalho

É interessante comparar quando os setores da indústria e agricultura dominavam a economia global. A questão da produtividade estava bem resolvida, pois ela era unicamente mensurada pela entrega. Hoje, com um crescimento exponencial do trabalho intelectual, a produtividade passa a ser calculada por diversos indicadores.

Quando temos um apoio das interfaces que nos ajudam a ser mais produtivos nas tarefas, principalmente em tempos de trabalho remoto, temos uma grande influência para as tomadas de decisões serem mais ágeis e um apoio no fomento da criatividade.

Empoderar a população através dos computadores

Quando saímos das nossas bolhas de heavy users da tecnologia, enxergamos a triste realidade: hoje, apenas 5% da população mundial usa os computadores de forma realmente avançada. Isso significa que a maioria dos usuários sabe fazer somente as tarefas mais simples, pois se sente oprimida pela tecnologia, não conseguindo transformá-la em uma ferramenta de empoderamento. Tá aí mais uma grande missão que pode ser resolvida através do UX, com experiências amigáveis, simples e engajadoras.

Inclusão dos usuários idosos

Esse desafio tem total relação com o tópico anterior, já que pelo ponto de vista do usuário, os computadores são complexos e difíceis de serem usados. Agora imagine no contexto dos idosos que foram inseridos há pouco tempo no universo da tecnologia. A população acima dos 60 tem necessidades completamente distintas, quando comparada aos usuários mais jovens. Os textos devem ser maiores, os botões mais destacados, mensagens bem explicadas, sem termos técnicos ou em outros idiomas. Com a questão da longevidade cada vez maior, a falta de sensibilidade com os usuários idosos vai muito além da questão da inclusão. Trata-se também de perder uma grande oportunidade de expandir o mercado, oferecendo produtos e serviços para um nicho com poder aquisitivo, disponibilidade de tempo e interesse em conhecer mais a sua marca. Em tempos de pandemia, estamos na era da transformação comportamental. Conquistar os idosos através de uma interface pensada para eles, com certeza terá uma mudança de grande impacto no mercado.

Não negligenciar telas maiores

Nossa rotina é composta por diversos dispositivos: celulares, tvs, computadores, relógios inteligentes, tablets, etc. Para funcionar em todas essas plataformas, a adaptação de uma interface vai além dos tamanhos das telas. É preciso criar uma experiência completamente diferente. As pessoas estão cada vez mais dentro de casa e por isso, os streamings tiveram que levar ainda mais a sério a questão da usabilidade. A Netflix por exemplo, possui um algoritmo que testa cada detalhe da interface para entender as preferências e gostos individuais dos usuários. A Apple TV também é um belo exemplo de usabilidade, com interfaces de fácil navegação que dão um show à parte de design, simplicidade e beleza.

 

De olho no usuário e na concorrência

Nem sempre as inovações de UX vem através de pesquisas, avaliações, testes e estudos. Em alguns momentos, elas vem de “supetão”, direto da interface da concorrência! É o exemplo do Instagram – campeão em fazer isso. Anos atrás, quando o aplicativo já dominava o mercado, o Snapchat surgiu de mansinho com o seu recurso de vídeos instantâneos e disponíveis por apenas 24h. A aderência de usuários foi tanta que o Instagram tratou de criar features semelhantes, como o Stories.

Recentemente a história se repetiu! Agora o Instagram permite desligar o áudio e vídeo durante as transmissões ao vivo para que a experiência se assemelhe ao aplicativo Clubhouse, a sensação do momento.

Por isso, amplie as suas referências, observe o comportamento e os desejos dos usuários. Pode ter a certeza de que se você não aprender com eles, alguém aprenderá. Inclusive a sua concorrência.

A terceirização do UX

Nem sempre as empresas conseguem montar dentro delas, times de pesquisa e design. Por isso, a terceirização do serviço de UX é cada vez mais comum.

 

A Attri é focada em criar estratégias digitais e projetos de UX. Através de estudos, pesquisa e um design inteligente, oferecemos a melhor experiência ao usuário. Fazemos um trabalho aprofundado, entendendo as dores e identificando as oportunidades de inovação da marca através de um produto eficiente, encantador e com uma excelente experiência.

 

Ajudamos você a criar novos produtos e serviços para resolver as principais dores do usuário. Entender e valorizar o conceito do UX é preservar o futuro dos negócios e empoderar novos usuários através da tecnologia. 

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Quem escreveu este conteúdo:

Pedro Hermano

Pedro Hermano, bacharel em Publicidade e Propaganda pela (ESPM), especializado em Branding e Planejamento Estratégico de Marcas na McGill University, no Canadá e em Marketing Digital em Harvard. Pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC) e atualmente é sócio-fundador e diretor de criação da Attri. Em 2018, foi eleito Profissional Digital do Ano pela ABRADi-SP.

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