Índice

Para mais conteúdos como este, cadastre-se para receber nossa newsletter.

Quero receber

Compartilhe

Você sabe o que é o KV?

Um conceito rotineiro nas agências, muitas vezes acaba confundindo quem não convive muito no meio ou não está acostumado com os jargões do mundo publicitário – o termo “KV” não é utilizado somente em agências, mas para reduzir nosso escopo, focaremos neste universo.

Um KV, a forma abreviada de KeyVisual, representa a essência de uma campanha. Ele deve ser visto como uma espécie de guia do que deve constar na criação. Coisas como: cores, tipologia, símbolos e também uma selling line, em tradução livre: linha de vendas, que seja capaz de resumir o objetivo de comunicação por detrás da campanha.

Todo anúncio deve ter um KeyVisual? Normalmente não. Os KVs são bem comuns em campanhas com mais peças, pois ele oferece um guia visual do que pode e deve aparecer nas suas peças. É claro que, com o uso de um “KeyVisual” é muito mais fácil cada uma das suas peças publicitárias manterem uma coesão entre si.

O esquema por detrás do KV

imagem de um homem segurando um lapis trabalhando em kv

O “KV” normalmente é criado pela própria agência. Geralmente por um designer e um redator, a famosa dupla de criação, sobre a supervisão, ou mesmo com a participação, de um diretor de arte. O Keyvisual normalmente se parece mais com um pôster do que uma propaganda em si, já que ele deve transmitir o conceito por detrás da campanha e servir como um guia visual para todos os desdobramentos ou, preferir, todas as peças que serão desenvolvidas tendo ele como base.

É importante que o Keyvisual  ainda conte uma história, que irá dar o tom para toda a campanha. Além disso, também é importante toda a concepção do design da peça, gerando um guia para ajudar na criação das futuras peças.

Depois de tudo pronto, é só apresentar para o cliente e esperar pela aprovação. Mas, como tudo na vida, isso não é um processo fácil. Uma vez que, muitas agências costumam apresentar mais de um Keyvisual, com isso elas esperam diminuir a probabilidade de erros ao oferecer mais opções. Porém, às vezes, isso acaba criando problemas, já que os cliente podem pedir a fusão de um ou mais elementos dos KVs.

O KV foi (quase) aprovado, e agora?

Agora, com o seu KeyVisual bem definido, a sua agência pode começar a desdobrá-lo nas inúmeras peças que irão completar a campanha. Como a agência estará seguindo o KV, espera-se que as peças mantenham uma coesão visual e utilizem-se da essência da sua selling line, que funciona como uma espécie de slogan, transmitindo o pensamento principal que guia toda a campanha.

Por isso, a criação de um KV utilizando todo o conhecimento de uma agência é essencial. Já que, para ela, é muito mais fácil combinar técnicas para criar uma peça coesa e que, principalmente, transmita a essência do que a campanha quer comunicar ao público. Leia também: O que são personas em ux?
O Behance é uma excelente fonte de pesquisa para avaliar diversos KeyVisuals do mundo todo! Conheça mais.

Fale com um especialista

Compartilhe

Quem escreveu este conteúdo:

Pedro Hermano

Pedro Hermano, bacharel em Publicidade e Propaganda pela (ESPM), especializado em Branding e Planejamento Estratégico de Marcas na McGill University, no Canadá e em Marketing Digital em Harvard. Pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC) e atualmente é sócio-fundador e diretor de criação da Attri. Em 2018, foi eleito Profissional Digital do Ano pela ABRADi-SP.

Inscreva-se em nosso blog

Acesse, em primeira mão, nossos principais posts diretamente em seu email