Índice

Para mais conteúdos como este, cadastre-se para receber nossa newsletter.

Compartilhe

O Dia Mundial do Consumidor é comemorado anualmente no dia 15 de março. O objetivo da data é incentivar uma conscientização maior sobre os direitos e as necessidades do consumidor, e com a mudança da relação entre marcas e clientes, o debate foi ampliado – e as promoções também. 

converse com comercial attri

Talvez o ex-presidente norte-americano John F. Kennedy não cogitou termos como jornada de consumo a experiência do usuário quando enviou uma mensagem especial ao congresso dos EUA, em 15 de março de 1962. No discurso, ele nomeou os quatro direitos básicos dos consumidores:

  • O direito à segurança;
  • O direito à informação;
  • O direito à escolha;
  • O direito de ser ouvido.

É importante lembrar que por muito tempo os consumidores não tinham qualquer direito em relação aos produtos que adquiriam. No final da década de 1950, a responsabilidade legal pelo produto havia sido estabelecida, sendo que a parte prejudicada precisava apenas provar o dano pelo uso de um produto, ao invés de lidar com negligência corporativa.

Apesar do impacto das palavras de Kennedy, foi somente a partir de 1983 que o Dia do Consumidor se transformou em uma data adotada por marcas e empresas para criar promoções e ofertas especiais, além de lançamentos. 

Atualmente, com o UX Design como o carro-chefe para conectar empresas e seus consumidores, o Dia do Consumidor oferece mais possibilidades para as marcas se renovarem, deixando de ser uma data comemorativa qualquer, onde os preços despencam por um dia, para reforçar o vínculo com os consumidores por meio de inúmeros canais de venda, produtos digitais, plataformas e mídias.

Priorizar o UX Design é garantir o retorno do usuário ao seu produto digital

Estratégias que priorizam a experiência do usuário geram mais resultados. Mesmo que o usuário tenha acesso a um cupom de desconto ou fique de olho nas promoções de datas como o Dia do Consumidor, se o app ou e-commerce de uma empresa não proporcionar uma navegabilidade intuitiva, uma entrega dentro do prazo, diversas opções de pagamento e avaliações de outros usuários, o consumidor não finaliza a compra, e também não retorna à plataforma.

imagem texto blog dia consumidor 01

Boas práticas de UX Design facilitam a venda e transformam consumidores eventuais em clientes permanentes e advogados de uma marca.

 

A atenção em cada etapa do desenvolvimento evita um lançamento com erros

O papel dos desenvolvedores de UX Design é fundamental para que o público possa contar com ferramentas de compra eficientes, e que sejam coerentes com a comunicação nos outros canais de venda de uma marca ou empresa. 

Para lançar um aplicativo ou site, é necessário que o projeto passe por uma série de etapas onde é testado o suficiente para garantir que, ao chegar no usuário final, seu sistema seja intuitivo, prático e eficiente.

Com voz ativa nas plataformas, consumidores são influenciadores mesmo dentro dos seus restritos círculos sociais. A estratégia de UX Design em uma campanha de Dia do Consumidor é tão fundamental quanto a porcentagem de desconto.

 

Navegabilidade intuitiva é aquela que vai direcionando o consumidor para o checkout

Alguns chamam de minimalismo, outros de mais é menos. A verdade é que uma interface simplificada e intuitiva se torna acessível para diversos públicos.

Durante o desenvolvimento, focar nas funcionalidades ao invés de dispersar a atenção do usuário em muitos pontos visuais o conduz direto para o checkout em poucos cliques. 

Quando alguém compra na internet, não significa necessariamente que o produto da venda não esteja disponível em sua localidade, e sim que esta pessoa evita filas a qualquer custo. E isso é uma consequência direta da aplicação de boas práticas de UX Design.

 

A experiência do usuário pertence ao tempo de sua marca: o presente

O UX Design já deixou de ser um conceito futurista, para se tornar uma realidade atual. E não é exclusividade de grandes e-commerces e marketplaces.

Empreendimentos de porte menor se beneficiam com aplicativos e plataformas que potencializam o vínculo entre marcas e clientes.

Agora, sejam grandes ou pequenas, as empresas precisam estar cientes de que a concorrência já aderiu ao UX Design também, e o segredo é descobrir a falha ou o diferencial do produto digital adversário para aperfeiçoar o seu.

 

Produtos digitais também são canais de comunicação com o usuário

Experiência do usuário envolve engajamento. Se o produto digital escolhido por uma marca não se comunica com seu público, como acontece em estratégias de mídias sociais e marketing digital, a empresa está desperdiçando um importante ponto de contato com o cliente. 

A notificação do aplicativo ou a newsletter semanal com a seleção das melhores ofertas são formatos diferentes de utilizar o tom de voz da marca. Essa variação na hora de enviar as mensagens, através de canais e formatos diferentes, reforça o discurso da marca sem torná-lo cansativo.

Estatísticas de vendas dos principais segmentos nas promoções relacionadas ao Dia/Semana do Consumidor


Compreendendo o consumidor no e-commerce e nos aplicativos através do UX Design

De acordo com o Executivo de Vendas da Attri, Gabriel Manari, “a informação só é sinônimo de poder se você consegue utilizá-la”. Aplicativos móveis e e-commerces permitem o rastreamento da navegação do usuário, o que torna possível obter insights valiosos sobre o seu comportamento. 

Outra maneira de conseguir essas informações é monitorando eventos em aplicativos. Por exemplo, em um app de entrega, é possível contabilizar quantas vezes os usuários colocaram um item no carrinho mas não efetuaram a compra, ou até mesmo o retiraram do carrinho. Esta ação é um evento, com um motivo que pode ser identificado e evitado em outras situações.

Em sites de e-commerce, os produtos precisam estar bem categorizados. É o que aponta a designer de UX/UI Design da Attri, Rafaela Decarli, e o líder de desenvolvimento, Cauê Pires. Isso porque o usuário sempre vai errar, e é importante prever os seus erros. 

É importante disponibilizar para toda equipe de UX Design uma lista com os termos técnicos que fazem parte do segmento do cliente. Assim, o resultado oferece ao usuário uma imersão mais fluida através da interface. Cauê reforça que “o desenvolvedor também precisa ter acesso a esse dicionário de categorias, pois não há como saber quais serão usadas durante o processo de desenvolvimento de um site, que muitas vezes são termos técnicos”.

Os testes realizados observando o comportamento do usuário levam a aperfeiçoamentos e melhorias nos produtos digitais analisados. E uma boa estrutura de menu permite que o usuário encontre o que está procurando sem recorrer à busca.

A experiência do usuário pode ser facilitada através de recursos como o breadcrumb, que direciona o usuário a encontrar categorias de produtos e associa estes produtos com similares, oferecendo mais opções de compra. 

Breadcrumbs

Exemplo de breadcrumb no site da Adidas.

Conforme afirma Rafaela, “a interface é o ponto de contato do cliente com a marca. Por isso, interfaces carregadas e despadronizadas confundem”. Cauê menciona como bom exemplo a interface do site da Amazon, simples e intuitiva, e que atinge diversos públicos.

Outra forma de facilitar a navegação é disponibilizar a opção de login social ao invés do formulário tradicional, possibilitando ao usuário se conectar no e-commerce com o login de sua rede social de preferência. 

Se você quer ouvir os especialistas da Attri falando sobre UX Design, jornada de consumo e produtos digitais, separe um tempo para curtir esses três episódios do nosso podcast, Uso, Logo Existo.

UX aplicado ao e-commerce

Tagueamento de app’s

Tecnologia a favor dos negócios

Dia do Consumidor: uma nova relação com o usuário por meio de estratégias de UX Design

Os consumidores estão no centro de uma disputa constante entre marcas e empresas. Se em outras décadas, estratégias de marketing criavam e definiam o desejo de consumo do cliente, hoje as estratégias de UX Design se baseiam nas necessidades e dores do cliente para personalizar produtos e serviços. 

A insistência de uma segunda venda é mais sutil do que quando dependíamos exclusivamente de anúncios de jornal ou TV para criarmos empatia com uma marca. As sugestões são inteligentes e assertivas, embasadas pelo próprio rastro da navegabilidade do usuário.

O site ou o app deduz o que o consumidor procura, e a jornada de consumo é ressignificada em novas etapas que vinculam o cliente à marca. Isso sem esquecer os valores da empresa, constantemente monitorados por consumidores mais conscientes, que às vezes podem ser mal interpretados nas palavras de um único acionista, o suficiente para cancelar tanto uma simples compra quanto uma grande empresa.

Embora pareça que hoje o centro das atenções seja apenas o consumidor, as empresas se viram obrigadas a mudar discursos e comportamentos nos seus canais de venda e pontos de contato com o cliente. Um influencia o outro, enquanto as próximas tendências de consumo seguem em desenvolvimento.

A Attri tem como pilares a tecnologia e a usabilidade. Combinadas, estas duas metodologias oferecem soluções transformadoras para empresas que buscam conectar-se com seus consumidores, seja apresentando estratégias inovadoras em datas específicas como o Dia do Consumidor, seja observando e estudando o comportamento em apps, sites e plataformas digitais daqueles que dão significado às marcas: os consumidores. 

Vamos conversar sobre a relação da sua empresa com seu público?

Compartilhe

Quem escreveu este conteúdo:

Matias Lucena

Matias Lucena, bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), redator publicitário, ilustrador de final de semana e pós-graduando em User Experience Design and Beyond pela PUC -RS. The Wire é o melhor storytelling da TV, mas meu coração vai estar sempre com a Família Soprano.

Inscreva-se em nosso blog

Acesse, em primeira mão, nossos principais posts diretamente em seu email