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Saiba mais sobre esse conceito e descubra por que você deve priorizar essa frente dentro do seu negócio.

O mercado já está mais habituado a ouvir o termo ”experiência do usuário” sem causar estranheza. Ainda bem! Grandes profissionais, gestores e empreendedores entenderam a importância deste assunto, implementando o conceito nos seus produtos e serviços digitais.

Mas afinal, o que é UX?

O termo “UX”, traduzido para a “experiência do usuário”, envolve vários aspectos da relação entre produto e consumidor. É um estudo aprofundado sobre o comportamento, as limitações, os desejos e contextos que juntos, resolvem as dores do consumidor, através da experiência de uso.

Com o exponencial crescimento da digitalização e o acirramento da concorrência online, nunca foi tão importante os produtos e serviços priorizarem o usuário em todos os pontos de contato.

O encantamento

Quando as soluções digitais priorizam a resolução das dores ou necessidades do usuário, o produto entrega mais que uma dor resolvida, mas uma experiência única. Além de solucionar um problema, você deixa também uma ótima impressão – o gostinho de “quero mais!”. Neste caso, uma boa jornada vai além do combinado, oferecendo o encantamento do consumidor.

Quando falamos de ux, é preciso reforçar que o estudo não é um destino, mas um caminho! A experiência não é uma etapa e sim, uma jornada sem fim. Afinal, seu produto ou serviço deve ser constantemente melhorado. Quando a rota cumpre o papel e fisga o usuário, aí sim, temos o conceito do encantamento. E a partir daqui, se estabelece um vínculo cada vez maior entre produto/serviço com o consumidor.

Os sete elementos da Experiência do Usuário

Antes do UX nascer dentro da sua empresa, é preciso ter um claro entendimento das necessidades e prioridades do público. Por exemplo: qual dor eu quero resolver? Por qual caminho devo percorrer? Quais são os desejos e objetivos do meu target? Essas são perguntas que serão respondidas através de pesquisas, entrevistas e observações. Dados preciosíssimos com impacto direto na entrega da experiência do usuário.

Peter Morville, pioneiro no campo da arquitetura da informação e experiência do usuário, desenvolveu um modelo visual de colmeia para mostrar como o processo de UX é multidimensional, ao invés de linear.

tabela com 7 elementos da experiencia do usuário agênciaAttri

Estes sete elementos são os responsáveis pela qualidade da experiência do usuário, seja qual for a etapa (testar, pesquisar, mensurar ou criar). A seguir, preparamos uma explicação para cada um deles, de acordo com o autor.

– Useful (útil): os profissionais da área não devem se contentar em pintar dentro das linhas traçadas pelos gerentes. É preciso ter coragem e criatividade ao perguntar se os produtos e sistemas são úteis, aplicando todo o conhecimento para definir soluções inovadoras que sejam mais úteis.

– Usable (usável): a facilidade de uso é vital, porém, as perspectivas e os métodos centrados na interface da interação homem-computador não abordam todas as dimensões do design da web. Resumindo, a usabilidade é necessária, mas não suficiente.

– Desirable (desejável): a busca pela eficiência deve ser mensurada por uma apreciação do poder e valor da imagem, identidade, marca e outros elementos do design emocional.

– Findable (localizável): devemos nos esforçar ao projetar sites navegáveis e objetos localizáveis para que o target encontre o que procura.

– Accessible (acessível): assim como os prédios possuem elevadores e rampas, os sites devem ser acessíveis a pessoas com deficiência (mais de 10% da população).

– Credible (confiável): o entendimento dos elementos de design que influenciam se os usuários confiam e acreditam no que dizemos a eles.

– Valioso (valuable): os produtos digitais precisam agregar valor! Por exemplo: para as organizações sem fins lucrativos, a experiência do usuário deve promover a missão. Com fins lucrativos, deve contribuir aos resultados financeiros e melhorar a satisfação do cliente.

 

Simples x valioso

Um site ou aplicativo pode ser bonito, moderno, ultra tecnológico e ter uma UX fraca. Ao mesmo tempo, uma solução digital pode ter um design simples, poucas palavras, mas ser exatamente a solução perfeita. A cada problema a ser resolvido, existe uma entrega ideal. O mais importante é conhecer a fundo para quem você está entregando e descobrir qual é o significado de valor a este consumidor.

A terceirização do UX

Nem sempre as empresas estão dispostas a montar dentro delas, times de pesquisa e design. Por isso, a terceirização do serviço de UX é cada vez mais comum.

A Attri é focada em criar estratégias digitais e projetos de UX. Através de estudos, pesquisa e um design inteligente, oferecemos a melhor experiência ao usuário. Fazemos um trabalho aprofundado, entendendo as dores e identificando as oportunidades de inovação da marca através de um produto eficiente, encantador e com uma excelente experiência.

Entender e valorizar o conceito do UX é preservar o futuro dos negócios, garantindo a criação de novos produtos e serviços com constantes melhorias para resolver com eficiência as principais dores do usuário.

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Quem escreveu este conteúdo:

Pedro Hermano

Pedro Hermano, bacharel em Publicidade e Propaganda pela (ESPM), especializado em Branding e Planejamento Estratégico de Marcas na McGill University, no Canadá e em Marketing Digital em Harvard. Pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC) e atualmente é sócio-fundador e diretor de criação da Attri. Em 2018, foi eleito Profissional Digital do Ano pela ABRADi-SP.

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